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POLÍCIA SOLICITA A IMPRESSÃO 3D DAS DIGITAIS DE UM HOMEM MORTO PARA DESBLOQUEAR SEU TELEFONE

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POLÍCIA SOLICITA A IMPRESSÃO 3D DAS DIGITAIS DE UM HOMEM MORTO PARA DESBLOQUEAR SEU TELEFONE

O trabalho do professor da Universidade de Michigan, Anil Jain, se concentra em como fazer tecnologias biométricas, como reconhecimento facial, por exemplo, serem o mais seguras possíveis em termos de invasão e fraudes. Mas quando a polícia o contatou para invadir o telefone de alguém, eles não queriam ter acesso hackeando o celular – eles queriam que ele imprimisse a digital de um homem morto para desbloquear seu smartphone.

De acordo com o Fusion, a investigação, ainda em curso, impede Jain de compartilhar detalhes específicos, mas a versão é que a polícia suspeita que o telefone do homem morto pode fornecer pistas para a suspeita de seu assassino. Uma vez que a polícia já tinha tirado suas impressões digitais quando ele estava vivo (ele tinha sido preso anteriormente), eles as forneceram para Jain fazer versões impressas em 3D de todas as dez digitais.

Mas, como as telas de celulares são sensíveis ao toque capacitivo e necessitam de pele viva para romper a superfície elétrica, Jain cobriu os modelos impressos com uma fina camada de partículas metálicas para “enganar” o telefone. Jain e seu aluno de doutorado ainda têm algumas semanas para refinar as digitais impressas antes de entregá-las à polícia.

Assim como usar impressões digitais de uma pessoa morta para invadir seu próprio telefone evita o incomodo de forçar os fabricantes de celulares a permitir o acesso, aina é legalmente incerta. Neste caso, porém, o suspeito criminoso não está vivo para contestar a ação policial.

“”Aqui, as impressões digitais são da vítima falecida e não do suspeito de assassinato. Obviamente, a vítima não está em risco de incriminação”, disse ao Fusion, o pesquisador de lei e segurança, Bryan Choi.

Mas para suspeitos vivos, uma norma legal ainda não foi definida para decidir se a polícia pode forçar as pessoas a desbloquearem seus próprios telefones usando suas impressões digitais.

Fonte: Engadget



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